Archive for julho \22\UTC 2009

Top Chef…ou como se conter para não matar alguem com um zester*.

Ao som de: Frank Sinatra_Cake_Fashion Nugget

topcheflogo copy

Se lhe perguntassem agora qual o local mais perigoso para se trabalhar, qual seria sua resposta?

Uma mina de carvão na Austrália?Uma estação espacial internacional?Um bar de motociclistas?Uma casa de stripper para velhinhas?

Enfim, existem um sem fim de locais muito perigosos para se trabalhar. Mas em minha opinião, com certeza um dos locais mais perigosos para se ganhar a vida é uma cozinha de um restaurante.

O lugar é cheio de objetos perfurocortantes, coisas quentes, coisas muito geladas e egos descomunais de cozinheiros cheios de manias. Agora imagine esse ambiente hostil servindo com espaço para uma disputa entre chefs. Essa é a premissa de “Top Chef”, o melhor (e único) reality show que eu tive o prazer de assistir.

Acompanhei a segunda temporada na Sony, e esse ano, para minha surpresa, vi que estrearia a terceira. Fiquei empolgadaço e não é por nada: é muito bom ver vários malucos e malucas dentro de uma cozinha, concorrendo a 100 mil dólares e uma série de outros prêmios, e quase usando o coração dos outros concorrentes em suas receitas mirabolantes. Mas não só por colocar a maldade humana em evidência que o programa se destaca em meio a tantos outros programas péssimos: a cada episódio, os concorrentes precisam se reinventar para se adequarem aos desafios mais absurdos, tal como cozinhar em uma praia, para surfistas famintos ou criar um restaurante em apenas um dia, pensando não só o menu principal, mas todo o conceito para o cardápio e para a decoração. É criatividade e inventividade sendo colocada a prova a todo momento.

E para avaliar o talento (ou falta de talento) dos competidores, estão no jurí alguns dos mais renomados chefs e especialistas americanos: Tom Colicchio (famoso chef de Nova York) que conduz os participantes durantes as provas, Gail Simmons (crítico culinário da Food & Wine Magazine) e do especialista em vinhos Ted Allen (Queer Eye for the Straight Guy). Sem esquecer do principal elemento do programa: Padma Lakshmi, a super giga blaster gatíssima ex-modelo e produtora de vários livros de culinária.

Tom Colicchio e Padma Lakshmi

Tom Colicchio e Padma Lakshmi

Outro ponto importante são os pratos produzidos. Dude, cada lance mirabolantemente delicioso, pratos preparados com os ingredientes mais variados, dos mais comuns aos mais  insanos (hoje rolou uma prova com proteínas  de todos os buracos do mundo, tipo uma galinha preta,  ouriços, carne de cobra, e um tal de Geoduck, que está me incomondando até agora, pela sua estranheza.

Bom, já fiz propaganda demaia, de graça pro canal da Sony…quem tiver tv a cabo (ou tv a gato) em casa, assita, todas as quartas, as 21:00, com reprise no sábado a tarde.

PS: Pros que ainda estão perguntando, Zester é um aparelho utilizado para extrair raspas da casca de limão, ou laranja, que são utilizadas em variadas receitas. Alguem muito especial me explicou isso uma vez (isso e milhares de outras informações gastronômicas de extrema importância…você sabe descascar um tomate só utilizando água quente? Eu sei…haha!!!)

PS 2: Pooooooooooooooooooorra, sem querer, procurando as imagens para esse post, descobri que vence a disgreta dessa edição que está passando agora no Brasil…xoxotas me mordam…

Padma Lakshimi...essa mina é charmosa até comendo churrasquinho ou torresmo e uma dose de cachaça no boetco copo sujo da esquina.

Padma Lakshimi...essa mina é charmosa até comendo churrasquinho ou torresmo e uma dose de cachaça no boetco copo sujo da esquina.

Lucas Bonachovski, que não é chef de cozinha, mas faz uma ótima carne moída com quiabo e um frango gratinado razoável…

Super Metal Soccer – X Edição

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Prepara-se, ó infiel…a terra tremerá e os céus se tornarão rubros como o sangue.

No dia 26 desse mês ocorrerá a décima edição do já aclamado Super Metal Soccer, o campeonato de futebol de salão mais metal de todos os tempos.

Reunindo boa parte da cena ‘músico-futebolística’ do Gama, o campeonato esse ano mostrará a verdadeira forma de separar os homens das criancinhas…bom, na verdade, sem ser tão dramático, o campeonato reunirá todos os amantes da fanfarronica tríade ‘futebol, mulher e rock’n roll’, mostrando que nem só de birita ruim na praça vivem os amantes do bom e velho heavy metal e suas variantes.

Um evento altamente familiar...pai e filha apreciando um ótimo rock'n roll e um péssimo futebol.

Um evento altamente familiar...pai e filha apreciando um ótimo rock'n roll e um péssimo futebol.

Contando com alguns times dos campeonatos anteriores, e algumas novas aquisições, essa edição marca a formação da primeira Liga Moonwalk de futebol metalorocker do Gama.

Um evento imperdível, sem sombra de dúvidas.

E essa edição marca a primeira cobertura exclusiva pelo meu, o seu, o nosso blog preferido de 1 em cada 987835 estrelas de novelas indianas…o Bonachovski Brother Experience. Prometemos pra vc, fiel leitor, a melhor cobertura desse evento esportivo de proporções épicas, garantindo entrevistas exclusivas com os principais atletas, os melhores ângulos para as fotos e tentaremos garantir pra vc leitor, o telefone daquela gata ruiva de óculos, sentada na terceira fileira da arquibancada.

Sim, terão mulheres tbm...não se preocupe em passar a manhã inteira vendo só homens cabeludos e suados correndo em quadra!!! :)

Sim, terão mulheres tbm...não se preocupe em passar a manhã inteira vendo só homens cabeludos e suados correndo em quadra!!! 🙂

Então, tirem as crianças da sala e se preparem pra ver a pelota ser maltratada…Super Metal Soccer, X Edição – Liga Moonwalk…dia 26 de Julho, as 08:00 da matina, na quadra do Colégio CG!!!!

Fica ai o trailer/convocação das hordas metálicas para esse campeonato.

Justiceiro: zona de guerra

Ao som de: 0 We Are What You Say_Sufjan Stevens_A Sun Came (2000)

punisher war zone

Uma das maiores sacadas da editora Marvel dos ultimos tempos foi começar a produzir os próprios filmes de seus personagens. Com o boom dos filmes de hérois, a partir dos primeiros X-Men e Homem Aranha (talvez até um pouco antes, com Blade: o Caçador Vampiros), filmes que geram milhões e milhões de doletas para as produtoras, nada melhor do que lucrar com a próprias criações, ao invés da venda de direitos. Bom para Marvel, bom para os fãs espalhados pela galáxia, que não são obrigados a aturar adaptações tão ruins, como Homem Aranha 3, Elektra e a pior de todas…O Demolidor (maldito Ben Afleck, maldito filme, malditos sejam por terem estragado a história de meu personagem preferido)

No entanto, após assumir a cozinha e produzir os próprios filmes, a Marvel nos apareceu com ótimos presentes para os fãs de quadrinhos, como Iron Man (um dos melhores filmes de super heróis já produzidos…e mostrando que Downey Jr. ainda entende da coisa) e O Incrível Hulk (Edward Norton, fantástico como Bruce Banner+Liv Tyler+Tim Roth só poderia dar coisa boa).

E por fim, mas não menos importante, veio esse novo Justiceiro. Antes de mais nada, melhor adiantar: esse filme está longe, longe mesmo da qualidade dos filmes citados acima, em relação ao roteiro, intepretações memoráveis e tudo o mais. Mas nem por isso é um filme ‘inassistível’. Pra começar, qualquer filme que colocasse um sujeito atirando a torto e a direito seria melhor que o filme anterior, de 2004. O novo filme é violento e sujo, mostrando um Frank Castle muito mais próximo ao das melhores fases do anti-herói nos quadrinhos.

Você convidaria esse sujeito para um jantar, se fosse um grande mafioso?

Você convidaria esse sujeito para um jantar, se fosse um grande mafioso?

Zona de Guerra é baseado no arco de histórias de mesmo nome, escrito pelo doentaço (no bom sentido) Garth Ennis. E no filme, é perceptível a influência do conceituado roteirista: o Justiceiro continua com seu senso de honra e justiça apurados, mas não perde a chance de dar uma sacaneada, com um humor razoavelmente negro, caracteristica essa muito bem utilizada pelo malucão do Ennis, nos quadrinhos.

Além disso, finalmente vimos um vião de verdade no filme. Retalho (interpretado por Dominic West, de 300) é um dos mais alucinados vilões de quadrinhos que eu já vi, e ficou muito bem caracterizado no filme (sério, a cena em que o vilão, um mafioso italiano, consegue as cicatrizes que justificam seu codinome, é agoniante…de dar embrulhos em estômagos mais fracos). Outro vilão que faz sua aparição e Loony Bin Jim, irmão de retalho, e um maluco de marca maior, tão violento e sádico quanto o outro da família. Além disso, outros famosos coadjuvantes também fazem suas aparições Microchip (Wayne Knight, de Seinfeld) o quase parceiro de Frank Castle, fornecedor de armas e de outras traquitanas tecnológicas e Detetive Soap (Dash Mihok), originado das HQs escritas por Garth Ennis, perfeito tanto no visual quanto no “jeito abobalhado de ser”.

Pequena família, alto desvio de comportamento

Pequena família, alto desvio de comportamento

Mas faltou falar do mais importante: Frank Castle. Ray Stevenson, que já havia participado do seriado Roma, caiu como uma luva no papel do Justiceiro. O cara é grande, tem cara de mau e ainda conseguiu mandar (quase) bem como ator nos poucous momentos em que a história exigiu uma atuação dramática mais elaborada (a saber, no momentos em que Frank se lembra ou se relaciona com a lembrança de sua família assassinada). Ele chora?Sim, mas logo depois descarega um pente de uma semi-automática nas fuças de algum meliante que esteja em sua frente.

E no fim das contas, esse filme é mais Justiceiro que qualquer outras das adaptações pelo simples fato de que, as escrotidões causadas por Castle são muito próximas as dos quadrinhos. E não são poucas: de acabar com um jantar da máfia italiana, com direito a afundar narizes com uma espécie de “cuz cuz” do E. Honda (quem se lembra desse golpe clássico do gordinho do sumô do ‘street fighter’?) até mesmo quebrar o pescoço de uma velha chiliquenta mulher de mafioso, passando por execuções sumárias com tiros de calibre 12 no rosto a destruir trocentos sujeitos integrantes da máfia que estavam em seu encalço.

Justiceiro: Zona de Guerra não é um dos melhores filmes de heróis produzidos pela editora Marvel, mas colocou o personagem nos eixos novamente, mostrando que mesmo com dificuldades (o filme pegou censura máxima nos Estados Unidos, para maiores de 18 anos, o que pode ter sido um dos motivos da baixa renda nos cinemas) é possível sim mostrar um filme quase tão fidedigno as origens quadrinescas. Lexi Alexander, a diretora desse longa tem sim méritos por esse filme, agora é esperar que ainda saiam outros, melhores. E que venham novos filmes…e que os direitos do Demolidor finalmente saiam da Sony e voltem para a Marvel, para termos um filme decente do Homem sem Medo.

Lucas Bonachovski, que é pacifista, mas se amarrou em ver o Justiceiro destruindo aquele monte de mafiosos com todo tipo de arma que encontrava pela frente.

As versões mais zoadas de Star Wars

A great metal band!!!

A great metal band!!!

Tá, não vou me alongar aqui falando sobre como Star Wars se tornou um ícone da cultura nerd pop mundial. Se você nunca parou para assistir a um filme da série, deveria realmente repensar sobre como está levando sua vida nesse plano de existência. E olha que nem sou tãããããão fã assim…um fã de verdade iria querer arrancar seus braços com um sabre de luz.

Enfim. Temos a Força, temos duelos de sabre de luz e batalhas entre naves no espaço (não me pergunte como dava pra ouvir o barulho das explosões no vácuo…)…tem romance, vingança e redenção. George Lucas criou todo um universo mítico em que facilmente se reconhecem os arquétipos mais antigos da humanidade, tal como a saga do héroi, que é presente na cultura de vários povos espalhados pelo mundo. Isso tudo fez com que se construísse uma aura de clássico absoluto em torno dessa saga cinematográfica que é mesmo boa ‘bagarai’.

E além de tudo…temos a presença onipresente e fodástica de um dos melhores vilões de todos os tempos: o mestre, o inenarrável, o prospopédico Darth Vader.

Um exemplo a ser seguido

Um exemplo a ser seguido

Cara, quer sujeito mais delicado que o Vader?general do exercito do império fez merda…sufoca e mata o cara com o poder da Força…Tá lutando com sabre de luz, corta a mão do próprio filho…e depois fala que é o pai. Dude, this is Vader!!!!

E nesse meio tempo, várias foram as versões estranhas e/ou engraçadas e/ou descabidas de nexo que satirizaram essa saga e esse vilão tão querido (vilão querido? Isso devia ser incoerente né?).

Então segue uma listinha básica sobre algumas versões zoadas de Star Wars.

Space Balls ou S.O.S – tem um louco solto no espaço

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Clássico absoluto da sessão da tarde, Space Balls é umas das melhores sátiras aos grandes épicos espaciais já produzidas, por vários motivos: primeiro, tem a mão do midas da comédia dos anos 80, Mel Brooks; segundo, por reunir alguns dos melhores atores de comédia de Holiwood (a saber, John Candy e Rick Moranis, caras que só de olhar dá vontade de rir, além da participação do mestre Mel Brooks); e por fim…tem o poder da “Farsa”, zoação direta a “Força”, poder místico da saga de Star Wars.

O filme mostra a saga de Lone Starr e Barf (Bill Pullman e John Candy), uma dupla de Han Sollo e Chewbacca de araque, que tem que salvar todo o universo e a Princesa Vespa (Daphne Zuniga) das garras do império do mal de Dark Helmet (Rick Moranis). Dando rolê em seu ‘trailer’ espacial, os heróis descobrem que precisam de mais do que poder de fogo para enfrentar o poder de Dark Helmet. Por isso, apelam para o poder da Salsicha (!), ensinado pelo mestre baixote e estranho, Yogurt (paródia óbvia de vo6 sabem quem né…Mestre Yoda, pros desavisados).

Em resumo, vale cada minuto de risadas… e a interpretação de Rick Moranis, com um capacete imenso, que nem ele conseguia segurar direito, torna a série ainda mais engraçada.

Hilário

Hilário

PS: recentemente, começou a ser transmitido nos canais de tv a cabo Sony e Animax o SpaceBalls: a série animada, que é tão engraçado ou mais que o original, zoando sem dó todo o mundo pop atemporal e contemporâneo, como GTA, Matrix e por ai vai.

Family Guy _ episódio especial “Blue Harvest”

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Family Guy é com certeza uma das séries mais controversas já produzidas até hoje. A animação consegue multiplicar o nível de crítica e zoação que os ‘Simpsons’ imprimaram nos caretas anos 90, se utilizando dos maiores absurdos comportamentais para causar risadas…e eles conseguem (ou então eu sou muito doente pra dar risada daquele lance…)

A Familia Griffin, modelo torto de american way of life, passa pela mais bizarras situações em cada episódio, sempre com a participação de personagens de comportamentos questionáveis. No entanto, não se assuste (muito): o desenho vale mesmo uma parada em frente ao sofá, principalmente esse episíodio especial.

Ora desvirtuando totalmente a versão original do primeiro filme da série, ora transcrevendo literalmente os diálogos, Blue Harvest coloca essa família disfuncional em pleno Tatooine, planeta em que conhecemos Luke Skywalker, pra contar a história torta de Star Wars, com um Obi Wan interpretado pelo vizinho velhote e pedófilo dos Griffin, Peter e o cachorro falante (!) Brian como Han e Chewie…e o melhor, o moleque boca suja e anti-social Stewie como o velho Darth Vader. Piadas sujas, preconceituosas e absurdas…tendo Star Wars como fundo…por incrível que pareça (e uma dose razoável de falta de noção de quem estiver assistindo) fazem desse episódio um dos melhores da série, colocando Family Guy um pouco mais perto do status quase mitólogico que os Simpsons conseguiram nessas trocentas temporadas.

Chad Vader_The Day Shift Manager

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Guardando o melhor pro final, eis o inenárravel…Chad Vader!!!

Chad, é o irmão mais novo do conhecido Darth, que ao contrário do irmão, caiu em um vulcão (!) enquanto dava um rolê de bike (!!), por isso ganhou o traje de sobrevivência igual ao do outro famoso. Sem um grande império para controlar, Chad leva a vida trabalhando como gerente de um pequeno mercado americano (!!!), gerenciando o empreendimento com punhos de ferro. Para isso, não teme usar o poder da força para ameaçar funcionários que não trabalham direito, além de outras escabrosidades maléficas dignas de sua contraparte séria, por assim dizer.

Chad Vader usando a "Força" para xavecar a mina co caixa...

Chad Vader usando a "Força" para xavecar a mina co caixa...

A série tem momentos hilários, tal como o convite de jantar feito a balconista, com o intuito de discutir planos para um ‘laser leitor de códigos de barra’ mais potente, ou o duelo de sabre de luz com o gerente noturno, que acaba com Chad escorregando em uma casca de banana e deitado no chão pedindo ajuda para levantar…um dos piores momentos de vergonha alheia da história.

A série foi produzida a principio, para um canal de tv americano, e mesmo sendo cancelada no segundo episódio, os produtores da série deram continuidade aos trabalhos e lançaram o restante da série através do youtube e do myspace. A série deu tão certo que já está na segunda temporada e o primeiro episódio já alcança a marca cabulosíssima de quase 9 milhões de visualições.

Melhor sátira a Star Wars, sem sombra de dúvidas.

Fica ai o primeiro episódio, legendado, pra dar um gostinho da série.

Lembrou de outras zoações com Star Wars?Não se acanhe menino (a)…deixe um comentário ora pois.

De volta aos trabalhos…de novo.

Ao som de: Mister Niterói_Black Alien_O ano do Macaco (2004)

estagiario066

Tremei, ó infiel…ele retornou…diretamente do mundo dos sem net, Lucas Bonachovski, o incansavelmente sonolento, está de volta.

Desculpe todos os três leitores (principalmente minha amiga Elisa Beth, que tanto puxou minha orelha nesses dias). A Lei de Murphy trabalhou de maneira intensa esse ultimo mês: término de bimestre na escola, com direito a produção e correção de provas e a famigerada reunião de pais mais a ‘ajuda’ da GVT, que esqueceu de me mandar um modem novo, depois que mudamos de plano levaram a esse período de inanição do blog.

Mas agora..ah, agora estamos com 10 mega de velocidade de hiper espaço…ou ié beibe.

No mais, muitas coisas loucas aconteceram nesse meio tempo em que estive sumido: amigos que viraram tios e eu não fiquei sabendo; casais se separaram, casais se juntaram…e alguns casais separaram-se de novo…pesssoas distantes se aproximaram e pessoas muito próximas aos poucos se distanciam…(suspiro)

Enfim, de volta, de preto…com poucas novidades, muitas inspirações e vontade de falar besteira…como sempre.