Archive for novembro \28\UTC 2009

Movies, movies, MOVE – edição extraordinária:Terminator: Salvation

Ao som de: Falling Behind_Rise Again_Alabama Thunderpussy

Aos pouquíssimos leitores do blog, minhas sinceras desculpas. Fiz uma lista de cinco filmes fodaços que queria assistir, mas nesses pouquíssimos dias de quase férias, caíram nas minhas mãos inocentes 4 filmes giga blosckbusters que queria muito ver. Por isso, prometo que a medida que eu tiver tempo, assisto os benditos outros filmes e posto algo por aqui (será que estou fazendo essa promessa pra vo6 ou pra mim mesmo, o rei da eterna enrolação). Bom, vamos as impressões sobre um dos dois filmes mais power action de 2009:  Terminator: Salvation.

“Terminator: Salvation” ou como o Cristian Bale está se dando bem com filmes de ação.

Christian Bale já se tornou um ator icônico para essa ultima década de nossa história, uma das mais prolíferas para a nerdice universal. O cara interpretou de maneira fodástica as duas recentes incursões do cinema pelo universo de Batman, trazendo o herói de volta pro jogo, contra todos os bons filmes que a Marvel tem lançado nos ultimos anos. E pra acabar de lascar tudo, o cara assumiu a responsa de interpretar John Connor. Pra quem não se situou, por morar em uma bolha durante todo o fim do século passado,  Connor é o personagem central de toda a série do Exterminador do Futuro, o cara que seria o responsável por salvar todo o nosso futuro das garras opressoras da Skynet.

Ok, deve ter sido muita informação em pouco tempo. Vamos com calma. Primeiro: se você não entendeu nada, vá olhar as informções sobre Terminator no Wikipédia. Agora, no caso do senhor ou da sehorita já estar devidamente familiarizado com os robozões assassinos vindos do futuro, vamos voltar ao início de tudo.

Ou melhor, ao final. Por que nesse filme, finalmente podemos ver como ficou o futuro após o domínio do planeta pela Skynet, uma rede de defesa militar que tomou toddynho demais e criou consciência própria. E acredito que qualquer máquina que consiga  superar as leis de asimov (ou superinterpretar essas leis, mas ai já é uma discussão geek demais) vai perceber que a humanidade é mesmo um vírus de destruição rápida. Logo, ela decide acabar com a humanidade, devastando o mundo com um explosão nuclear cabulosíssima, apelidada gentilmente de “Dia do Juízo Final”. E é nessa muvuca pós apocalíptica que conhecemos o John Connors do futuro, sobrevivente da explosão e de anos aguentando piadas sobre o horrível cabelo de sua mãe,  nos idos dos anos 80.

John Connor mostrando todo seu amor pelas máquinas…

Cara, eu adoro filmes de futuro pós-apocalíptico. Sério, aquela destruição, o caos, os sobreviventes se agarrando as coisas mais básicas, como combustível e comida. Mad Max é até hoje um dos meus filmes de pós apocalipse nuclear preferido. Logo assisitr a esse Terminator foi como voltar um pouco a minha infância. Aquela coisa inocente de ter um Interceptor V6 tunadaço, me encher de armas e sair por ai, sozinho, on the road (cara, minha infância foi mesmo estranha). Mas enfim, voltando para o filme: é nesse cenário desolado que vemos como John Connors tem tentado junto a “resistência” derrotar as máquinas do Skynet. E é também nesse contexto que vemos aparecer o misterioso Marcus Wright, um sujeito que aparentemente surgiu do passado, mas que não faz a mínima idéia como isso aconteceu. E não tarda muito pra que Wright e Connor topem um com o outro e role aquele velho esquema de segredos revelados (que eu não contarei, por que odeio spoilers).

Bom, se falar muito, acabo estragando as surpresas do filme. Em uma avaliação geral, o filme se sai mesmo bem. Claro que futuros pós apocalípticos dominados por máquinas assassinas não tem mais o mesmo charme das já saudosas décadas de 80/90. Matrix, e toda sua mitologia, já imprimiu no inconsciente coletivo nerd uma imagem bem trabalhada de como será esse futuro terrível. Mas o filme tem seu mérito ao se apoiar em uma bem estabelecida franquia, que é essa de Terminator. Isso fica bem claro nas constantes referências aos filmes anteriores, como na cena em que toca “You could be Mine” do Gun’s and Roses, da trilha do segundo filme da série ou (e essa foi a melhor referencia de todas) na aparição breve do Mestre Arnold (tbm conhecido como o “Governador do Futuro”), interpretando o papel do robô assassino T-800, que lhe rendeu sucesso e muita grana na década de 80.

E vale a pena um download ou uma locação? Vale, demais mesmo. Exterminador do Futuro é um clássico, isso é indiscutível. E, mesmo que pareça datada, qualquer tentativa de revisitar esse universo faz com que apareça um sorriso de alegria nesse rosto nerd que vc tem. O filme tem lá suas falhas, e como todo bom american movie, termina com uma lição de moral sobre redenção e perdão. Mas, quando um filme termina, e fica a vontade de ver mais coisas sobre aquele universo, isso e sinal de que alguma coisa boa ainda pode ser extraída daquilo ali. E essa sensação é bem intensa no fim de Terminator: Salvation.

Ah, só pra completar: rola um quase peitinho, tem a presença da belíssima Bryce Dallas Howard e uma presa da maluca Helena Boham Carter, a senhorita Tim Burton.

Lucas Bonachovski, esperando pelo futuro pós-apocalíptico (e torcendo para que ele seja cheio de emos assassinos esperando ser trucidados ao som de Motörhead…)

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movies, movies, move_edição extraordinária: A Mulher Invsível

Ao som de: Evil Urges_Evil Urges_My Morning Jacket (porra, simplesmente não dá pra definir essa banda…ora country, meio folk, um pouco de indie, e um tanto de funkeado…vai entender…mas em essência, é bom…).

O amor é uma dessas coisas esquisitas quando paramos pra tentar entender. Ele é fantástico, mas é cheio de armadilhas complicadas de se perceber. E quando se percebe, geralmente é tarde demais.

Uma dessas armadilhas, eu costumo chamar de sindrome de Tolkien. Bom, sabe quando parece que tudo está a mil maravilhas, mas do nada a pessoa com quem você está começa a dar claros sinais de insatisfação. Isso ocorre, em essência, por que somente pra VOCÊ as coisas parecem felizes, alegres e contentes. Infelizmente algumas pessoas costumam criar em suas cabecinhas apaixonadas um mundo ideal onde os relacionamentes são perfeitos e as companheiras (os) não pedem pra você lavar louça, ou não te fazem esperar preocupado durante uma hora a mais do que o normal. Ou seja, você cria essa mundo perfeito, que começa a ruir a partir do momento em que, somente pra você aquilo faz sentido. As pessoas querem ser surpreendidas, querem discutir, querem que as coisas sejam simplesmente…normais, e não esse pequeno “condado” onde todos os hobbits vivem felizes suas vidinhas morando em tocas confortáveis.

Seguindo esse argumento, chegamos a história de Pedro (Selton Melo). Pedro é um sujeito apaixonado e dedicado a Marina (Maria Luisa Mendonça), sua atual namorada. O problema é que nosse herói, coitado, sofre dessa terrível sindrome de Tolkien. E é ai que seus problemas começam.

Abandonado pela namorada,  Pedro entra em depressão profunda, por ter dedicado X anos de sua vida a uma mulher que o trocou por uma aventura germânica. E quando você força muito essa máquina cheia de defeitos que é sua mente, os resultados podem ser catastróficos.

Eis que surge na vida de pedro a fabulosa Amanda (Luana Piovani). Linda, inteligente, charmosa e ainda comenta a rodada da terceira divisão do brasileirão como se fosse seu melhor amigo de boteco. Seria a mulher perfeita, se ela não tivesse um único problema: Amanda só existe na cabeça de Pedro.

Isso causa uma série de presepadas na vida do personagem, o que leva a ótimas cenas de humor, principalmente pela atuação sempre “hilariamente” convincente de Selton Mello ( a cena do cinema, com participação de Marcelo Adnet e Gregório Duvivier, dos “Buchas” é hilária). Luana Piovani…bom, essa é um caso a parte: ela continua sendo minha sex symbol da época da malhação, mas sua atuação não é algo lá muito convincente. Mas ver aquela semi-deusa em trajes mínimos me faz pensar que foi uma ótima escolha para o papel da mulher imaginária de Selton Mello.

Enfim…mesmo terminando com uma mensagem de auto ajuda do tipo “você tem o poder de mudar sua vida, acredite na força, Luke” o filme leva a pensar em como, no fim das contas, levamos em frente nossas relações com outras pessoas. Algumas vezes achamos que o ultimo namoro foi o lance de nossas vidas, que depois dela(e) nunca encontraremos a pessoa perfeita, aquela que melhor se encaixa em seu braço, na cama, ao dormir. Tá, as vezes você custa a esquecer aquela pessoa tão amada, ainda mais quando você sabe que fez besteira.

No entanto, esse auto-suplício só gera uma consequencia: ele corta praticamente todas as oportunidades de conhecer alguem que também goste de Fringe, como você. Nunca sabemos como está a cerveja no próximo boteco. As vezes ela é melhor que a skol quente desse bar de fim de noite, que é o sofrer por outra pessoa.

Por isso, fica o convite: quem quiser saber como é o próximo bar, to indo nessa.

Ah, sobre o filme. Nada de demais, no fim das contas. Uma ótima diversão, com direito a um Selton Mello inspirado. O filme, no fim, se perde no clichê das comédias romanticas pasteurizadas, com aquela velha lição de moral. Mas quem nunca se emocionou ao perceber que essas comédias romanticas são mais parecidas com nossas vidas do que imaginávamos? Então, deixe essa vergonha de lado, e vá dar risada com o clichê que é o amor.

Lucas Bonachovski…agora, tentando aprender a esperar com uma certa esperança idiota, o que está por vir além da próxima curva.

movies, movies, move: E ai, meu irmão, cadê você?

Ao som de: Methamphetamine_Tennessee Pusher_Old Crow Medicine Show

Existem dois recortes temporais que me fascinam: um deles é o Rio de Janeiro em fins do século XIX, ainda antiga capital do Brasil, com seus cortiços lotados, um clima de mudanças políticas cada vez mais intenso e uma malemolência carioca legítima, que não se encontra em qualquer boteco do cruzeiro (piada brasiliense, desculpas aos que não entenderam…)

O outro, são todos os estados caipiras do US and A. Tennessee, Alabama, Kentucky, e todos esses lugares onde, nos filmes, a vida parece passar com muito mais vagareza e tranquilidade que nos lugares comuns.

Agora imagine um filme que tem como pano de fundo um Mississipi abalado pela quebra da bolsa de 1929, onde três malandros recém fugidos de uma fazenda criminal saem em busca de seu tesouro escondido, buscando melhorar a vida tão complicada daquele período.

Essa é a premissa básica de “E ai, meu irmão, cadê você”, filme de 2000, dirigido por Joel Cohen. Básica, por que o filme segue em um rumo fantásticamente inesperado.

A começar pelo roteiro, que é uma adaptação baseada na obra clássica de Homero, “A Odisséia”. De uma maneira bem bizarra, Ulisses, o mítico herói grego que lutou em Tróia ao lado de Aquiles, se transforma em Everett Ulysses McGill, interpretado fodasticamente por George Clooney, um trambiqueiro falastrão, de conversa fácil e viciado em goma para o cabelo. Ao seu lado, o sempre mal-humorado Pete (John Turturro, sempre ótimo) e o inocente Delmar (Tim Nelson Blake). Após a fuga da prisão, os três sujeitos conseguem se enfiar em tudo quanto é tipo diferente de enrascadas para encontrar um dinheiro roubado antes que Ulysses fosse preso.

The Soggy Botom Boys...e a fanfarronice de George Clooney...

Nesse meio tempo, o trio se junta ao guitarrista Tommy, que conheceram em uma encruzilhada, após ter vendido sua alma ao Diabo para aprender a tocar violão (uma das mais famosas lendas do universo do Blues americano). E nesse encontro, sem imaginar, os quatro produzem sem querer o maior sucesso musical daquele período: Man in a Constant Sorrow.

Já aproveitando o gancho, “E ai, meu irmão, cadê você” possui uma das melhores trilhas sonoras que eu já tive o prazer de ouvir. Casando de maneira fantástica com o contexto histórico do filme, as músicas vão dos clássicos do blues e do country e folk americanos, interpretados por músicos fodaços da cena musical americana, tal como Alisson Krauss (que recentemente gravou um album cheio de prêmios com Robert Plant).

Os três Soggy Botton Boys (ou traseiros encharcados…como ficou conhecida a banda de Ulysses) seguem a vida por uma América pobre, aproveitadora e politicamente suja, mas ao mesmo tempo, com uma cultura e valores interessantíssimos.

E o fator comédia não deixa a desejar: George Clooney, pra mim, é um dos grandes atores da minha geração. Mesmo com aquele jeito fanfarrão de sempre, ele fica engraçadíssimo quando assume peronagens caricatos como Ulysses. E nem preciso falar de John Turturro. O cara é sempre magnífico em suas interpretações de personagens cômicos. A cena em que os três encontram uma reunião da Klu Klux Klan, é impagável.

No fim, terminei de assistir o filme com uma certeza: definitivamente, esta já está no meu top dez de melhores comédias. Com um humor rebuscado, ora sútil e ora “trespatetamente” escrachado, o filme mostra que novamente música e cinema se completam muito bem.

Fica ai, de bandeija, o Dan Tyminski Band, ou o original Soggy Botom Boys, que interpreta a versão de “Man in a constant sorrow” cantada no filme.

Lucas Bonachovski…é um homem em constante lamento, que já enfrentou difculdades, a vida inteira…

Put’z, edição especial Matanza…ou, a triste história do fanzine que nunca existiu

Ao som de: Árvore do Reggae_Reggae a Vida com Amor_Ponto de Equilíbrio (bom Jah, a voz desse vocalista é horrível, mas o instrumental desses caras é mesmo bom…)

Era uma vez…

Era uma vez um show de uma puta banda fodaça, que aconteceria em Brasília em um fim de semana qualquer desses…dois jovens, que são muito fãs da banda, pensaram que seria legal fazer um zine homenageando essa banda, já que eles produzindo um zine de quadrinhos mesmo…

Foi assim que surgiu o  primeiro”Put’z: quadrinhos de péssimo gosto”…fazendo uma homenagem a uma das mais fodaças bandas brasileiras contemporânea, os motherfuckers do MATANZA.

Eis ai nosso menininho:

Só houve um “pequeno” probleminha: A PORRA DO SHOW NÃO ROLOU. Possivelmente por questões referentes a organização do evento, o show foi cancelado um dia antes de acontecer, deixando apenas a frustração e a quase morte por excesso de alcool de Vilson, que bebeu quase uma garrafa de Jack Daniels (que estava reservada para o show já…).

Enfim, falando um pouco desse pequeno serelepe, o Put’z é o mais novo empreendimento quadrinístico da dupla de sucesso Márcio “The Marmote man” e de Lucas, o Bonachovski. Você já deve nos conhecer de um dia de um passado esquecido, quando produzíamos um eterno “UNânime”, zine que nos rendeu ao menos uma coleção de Samurai X completa, e que infelizmente morreu na quinta edição por falta de tempo e das dificuldades da vida adulta que se aproximavam de forma implacável. Anos depois, estamos aqui de novo.

O Put’z não é uma publicação regular, dados os prazos bem apertados em que nos vivemos nos envolvendo, mas sempre que pudermos, lançaremos uma ediçãozinha especial aqui, para vo6, meus fiéis 5 leitores (pai, você não conta…pais devem apoiar os filhos de qualquer forma…mas mesmo assim, valeu…)

No mais, espero que se divirtam e apreciem essa pérola da nona arte…ainda mais homenageando essa banda tão foda…

Valeu, eis ai o link para download…

http://rapidshare.com/files/310239527/Put_z_edi____o_especial_Matanza.rar

 

Lucas Bonachovski…danadinho, com vários planos engrenados para esse ano e o próximo…

movies, movies, moves

Ao som de: Foundations_Made of Bricks_Kate Nash (2007)

 

Devo terminar o dia dessa maneira...

 

Como alguns já devem saber, nas horas vagas, quando não estou escrevendo ou pensando besteiras para esse blog, costumo me disfarçar como professor de história. Eta profissão divertida(!!!). O problema é que, nesse fim de ano, o disfarce acabou me tomando mais tempo do que deveria, e as responsabilidades escolares se sobressaíram ante minha vontade de passar o dia inteiro lendo quadrinhos e ouvindo bandas obscuras da década de 90.

E mais além…não consegui assistir a nenhum dos filmes que tanto queria nesse mês de novembro. Bom, como sempre, meu nada convencional gosto cinematográfico me levou a propor uma lista dos cinco filmes que eu precisava muuuuuito assistir, com urgência. Logo, os escolhidos foram:

Jogos, trapaças e dois canos fumegantes, por que surtei com Snatch: porcos e diamantes ( um dos primeiros filmes que eu assisti como menininho independente que ia pro cinema sozinho assistir filmes não convencionais para meus doze anos) e eu curto muito as desventuras de gangsters naquela Londres underground que o Guy Richie conhece muito bem.

E ai, meu irmão, cadê você: comédia com George Clooney; tem o John Turturro; dirigida pelos irmãos fucking Cohen; e a trilha sonora é composta por clássicos do folk e do Blues americano. Nem precisa justificar muito né?

Buba Ho-tep: Bruce Campbell interpretando Elvis idoso, lutando contra uma múmia egípcia vestida como um vaqueiro texano, ajudado pelo velhote presidente JFK, negro (!!!) Nem precisa justificar muito né?2 …

Bastardos Inglórios: baixado de maneira criminosa, em uma versão horrível, que só o desespero humano pra assistir a um Tarantino, por ter perdido o longa no cinema, pode justificar.

Ghost Dog, o caminho do samurai: dirigido por um dos diretores mais divertidos que eu tive o prazer de conhecer: Jim Jamursch…e não sei, mas espero mesmo que tenha uma participação do Bill Murray…Hey Bil Murray (quem já assistiu sobre cafés e cigarros, vai sacar essa internazinha…rsrsrs).

Então, sem mais delongas, irei me enfurnar na frente deste pc, com um pacote de rufles e uma caixa de suco de maçã. Se sair vivo, comento esses filmes por aqui…

Abrass a todos…e esperem…

Lucas Bonachovski…acreditando que vai conseguir essa façanha de assistir a 5 filmes, com várias provas para terminar…mas ele é brasileiro, e não desiste nunca…pelo menos eu acho…

Hellsongs_Hymns In the Key of 666…ou, colocando ordem no caos.

Ao som de: Thunderstruck (AC/DC cover)_Hymns In the Key of 666_Hellsongs

Situação: imagine-se em uma savana africana, aquele calor absurdo. No horizonte, algo preocupante: um estouro de rinocerontes enfurecidos vindo em sua direção. Correr não adianta, muito menos esperar parado. Qual a saída para essa situação complicada?

Experimente tentar colocar todos em filas, alinhados. Entregue um óculos escuro de aros redondos para cada um deles. Sirva um chá verde com maracujá e coloque um filme cult da década de 80 para apreciação dos mesmos.

Estranho? Muito Mas foi exatamente isso que o Hellsongs conseguiu fazer nesse divertido album. Quer ver…

Para o Hellsongs, isso…

Tranquilamente, vira isso…

Pra quem não está entendendo absolutamente nada, o Hellsongs é uma banda sueca que se dedica a produzir versões de clássicos do Heavy Metal, tais como “Run to the Hills” ou “Paranoid”. “Versões de clássicos de metal…to cansado de ver isso”, diria o leitor, apressadamente claro.

Por que as versões do Hellsongs transformam a caótica mistura de guitarras base e solo em singelas baladas. Isso mesmo. Imagine Slayer soando como Bob Dylan e você terá uma pequena idéia do que esperar desse som.

Sim, eles estão tocando Maiden (!!!)

Mas Bonacho, é ruim???

Nou beibe, nou. Se você não for um daqueles headbangers tiozinho com camiseta do Venom, pode ser que até se divirta com a versão esperançosamente singela de “We’re not gona take it”, a festiva “Simphony of Destruction”, lembrando uma versão calminha de “Simpathy for the Devil” e para mim, a melhor versão: uma quase indiana “Thunderstruck”, com direito a cítara, piano e mantras ao fundo,  que caminha em um crescente até virar uma farra bluesística.

Se você não tiver nada contra ver suas músicas tocadas em uma velocidade muito abaixo do convencional, com vocais de uma linda moça da Suécia, sussurrando o que antes eram berros incomprensiveis, um piano malandrinho e um violão bem tocado…tente um download.

Lucas Bonachovski, calminho, ouvindo AC/DC…sim isso é possível. E que engraçado aquele clipe original de “Breaking the Law”…deve ser divertido tocar com seus amigos e trocentos instrumentos em um carro conversível…e onde será que estava a bateria…mistérios do metal!!!!

Mulheres inalcançáveis: Michelle e Giselle Batista.

Ao som de: Ace of  Spades_Ace of Spades_Motörhead (putz, to em uma semana extremamente metal…)

Por favor, não me entendam mal…não é nada disso que vc está pensando…não sou esse tipo de homem clichê, com fetiches por gêmeas (talvez por enfermeiras…hã, acho que não era pra ter digitado isso…).

Enfim, seria injustiça falar somente de uma dessas duas lindas senhoritas. Senhores e senhoritas, eis as duas mulheres inalcançáveis dessa semana…

Giselle e Michelle Batista

Deus, nunca foi tão bom ver dobrado...

Sim, você deve lembrar delas de uma das milhares de temporadas de Malhação (esse poço de gatas e de roteiros de péssima qualidade…). Mas o que importa mesmo é…ié beibe, hot girls…

Bom, não vou ficar falando nada não…realmente, uma imagem fala mais que mil palavras…imagine ao dobro…

Nem todo nariz grande é feio...olha o exemplo...

Ai, ai…

amores platônicos…

que vem e vão…

enquanto isso…

vc fica na mão.

Lucas Bonachovski, um poeta inspirado…