Archive for junho \25\UTC 2011

10 Melhores discos pra ficar feliz com a tristeza alheia – por Leonardo Brasas

Por Leonardo Braseiro

Ao som de: Aceito seu coração_Roberto Carlos_1969

Essa lista só não é mais triste que o Sad Keanu...abudeusi, dá vontade de dar um abraço nele...

Particularmente falando, sinto um paradoxo muito excêntrico quando fico sabendo de notícias sobre tragédias naturais apocalípticas, ataques suicidas de terrorismo, assassinos seriais absurdamente psicóticos e toda desgraça em geral: Ao mesmo tempo em que sinto uma extrema alteridade e empatia pelos mortos e sobreviventes sinto também uma enorme alegria por esta merda toda não ter acontecido comigo.É aquele clássico sentimento do: “Ainda bem que não foi comigo”;sentimento este que acaba sendo bom, pois o faz repensar o caminho, aproveitar as pequenas coisas e principalmente valorizar a vida.Olhando por este prisma notei que musicalmente falando adoro discos, músicas e artistas tristes, deprimidos e suicidas.Pelo simples fato de que a desgraça alheia me faz feliz por não ser eu o desgraçado em questão, mas diretamente falando é porque: música  triste me deixa feliz!

Baseando-se neste preceito egoísta-humanitário (eu realmente deveria me alistar na Cruz Vermelha ou na Juventude Hitlerista…dúvida cruel) elaborei esta lista dos 10 melhores discos pra ficar feliz com a desgraça/tristeza alheia.E parafraseando Woody Allen:

“A vida é uma merda, mas passa rápido demais.”

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Lendo livro sobre Vampiros! Não acredito…

Ao som de:  You Think I Ain’t Worth A Dollar But I Feel Like A Millionaire_ A Songs For the Deaf _ Queens of The Stone Age

Se fosse a uns 2, 3 anos atrás, no auge da “saga” Crepúsculo, até eu estranharia a afirmação acima.

Stephenie Meyer, a infame criadora dos vampiros brilhantes e lobisomens/fetiche adolescente, transformou tudo que existiu nas boas histórias de vampiro em um bolo confuso, chato e melodramático para consumo imediato das mentes juvenis.

Até ai, nada de demais.  Em todos o período da minha existência, sempre existiram essas armações caça níqueis para retirar o bom dinheiro e a paciência dos pais dedicados a alegrarem suas filhotas com hormônios em ebulição.

Mas zoar com os vampiros, putz…essa pegou bem mal.

Dos monstros clássicos da literatura/cinema/cultura universal, os vampiros sempre tiveram seu espaço garantido a base do derramamento de sangue, do mistério e da violência. Tudo bem, tivemos a Anne Arroz Rice com aquela “Entrevista (enjoada) com Vampiro”, mas via de regra, os sugadores sempre tiveram seu charme.

E agora? Sobraram somente vampiros brilhantes e existencialistas…vegetarianos (deus, como assim…vampiro que recusa sangue?) e chatos. Porra Edward, manda ver com essa Bella logo e sai dessa seca de sexo de trocentos anos rapaz!

Mas enfim, não é meu objetivo ficar detonando a “Saga” prepúcio Crepúsculo. O objetivo mesmo e falar sobre aquele outro livro sobre Vampiros.  É a “Trilogia da Escuridão”, escrita por Chuck Hogan e o multitarefas Guillermo Del Toro. Continue lendo