Archive for the ‘Loucuras, devaneios e coisas afins’ Category

Feliz Ano Novo…e agora?

Ao som de: 01 – Acheron/Unleashing the Orb_Warp Riders_The Sword

 

Pensativo...como Darth Vader...

Acabo de abrir uma heineken. Ah, um doritos também. Não sei se foi instintivo, ou se no meu subconsciente eu já estava me preparando para o que irá acontecer agora.

Enfim, faltam 4 minutos para o segundo dia do ano e eu resolvi fazer minha lista de prioridades para 2011. Acho que por isso a cerveja: se fosse tão fácil assim, eu não precisaria de um incentivo alcoólico.

Vou logo avisando: o que se seguirá a partir daqui será a tentativa torturante de um homem tentando entender a si mesmo. Tá, eu podia mesmo fazer isso em meu quarto, sem expor minha vida a todos. Mas escrever me ajuda a pensar. E além do mais, eu só tenho uns 7 leitores quase fiéis, os quais me conhecem mais do que eu mesmo me conheço, as vezes. Então, nada de demais até aqui.

Por onde começar? Uma dieta? Seria clichê demais. E eu não me arrependo nenhum pouco de ter entornado algumas cervas e ter comido chilli a noite inteira. Esse lance de “não estou bem com o que tenho”? Passo. Continue lendo

Previously, on Bonachovski’s Blog…

Ao som de: Todos estão surdos_Pato Fu_Música de Brinquedo

Bom, a quase um ano atrás produzi meu último post para esse bendito repositório de textos inúteis que quase ninguem lê.

E muita, muita coisa aconteceu nesse espaço de tempo, entre o final de 2009 e agora, final de 2010.

Acabaram-se alguns traumas e entraves. Terminei a bendita monografia, meu monstro de estimação. Terminei um ano completo em sala de aula (meu karma, agora abraçado de vez). Não comecei nenhum namoro pra não correr o risco de terminar um namoro. Por via das dúvidas, me dei um tempo de prazo pra não enlouquecer, perdido no mundo dos relacionamentos. Ah, e não decidi me tornar homosexual, como um muy amigo falou que ia acontecer.

No entanto, ainda estive em completo estado de letargia para produção de inutilidades. Mas isso mudou.

O que ocorreu então? Bom, Existem poucas coisas nas quais eu me considero bom. Sério, não é drama nem trauma, nem nada. É uma constatação. Bom, eu queria mesmo ser bom em sei lá, preparar drinks ou lutar boxe. Mas nunca tentei treinar nada disso (cansa, sabe como é…). Por isso, resolvi investir onde realmente acredito que posso fazer algo útil e de qualidade…não, não é ser professor, isso é karma lembra?

Por isso, eis-me aqui novamente escrevendo sobre coisas nerds e afins. Tentei virar um “tumbleiro” mas se você, bom leitor, já acompanhava o Bonachovski das antigas, sabe que eu sou um cara verborrágico. Aquele espacinho não conteve minha torrente de informações e observações sobre o nada.

Bom, mudei o nome (a minha sociedade com o velho Marmota não tava rendendo muita coisa), mudei o tema, coloquei essa com a graminha (sei lá, afinal uso esse espaço como repositório de adubo cultural mesmo) e agora, to mais disposto a escrever novamente.

Por que? Bom, tem alguns motivos. Primeiro, a vontade de dividir com as pouquíssimas pessoas lesionadas o suficiente para ler o que escrevo minhas observações sobre o mundo cool nerd (ainda vou transformar esse conceito em algo famoso). E pra ganhar mulheres, claro…tá, eu sei que não vai rolar, mas não custa me enganar.

Então, vou parando por aqui, acho que já é informação suficiente, justificando o meu retorno.

Abraços e bom retorno pra vo6 também!

 

O Lucas Bonachovski de 2010: mais gordinho, mais sagaz...e o mesmo fanfarrão!

PS:  agradecimentos a Kyssylla e a Elisinha e o Gustavs, por (ainda) me incentivar a escrever de novo. A culpa é de vo6!

 

Um bom motivo pra assistir a “Viver a Vida”

Ao som de: Alabama Thunderpussy_Man on the Silver Mountain (Black Sabath cover)_coletânea Sucking the 70’s

Bom, assistir a qualquer novela do Manoel Carlos é como pedir pra alguem chutar suas bolas por uma hora direto.

Ninguem aguenta mais aquelas Helenas chatas, que sofrem problemas de ricos e entediados, que moram no Leblon. E todos aqueles personagens ricos que sofrem de alcoolismo, por beberem muito whisky 378 anos carissimos, e aquelas ricas e chatas peruas deprimidas, curando seus males em lojas Daslu. E ainda querem me enfiar goela abaixo uma série sem fim de “denuncias sociais”…a vai a merda, Maneco, mostrando as meninas ricas de Buzios se metendo com traficate carioca…vejo essa merda todo dia, e to cansado já!

Agora, que essa nova demonstração de “pão e circo” global tem ótimas “atrações”…primeiro, Letícia Spiller, minha eterna paquita preferida; a “Helena” da vez Tais Araújo e Aline Moraes. Mas tem uma mina que me surpreendeu e que me fez parar em frente a TV: Cecília Dassi.

Pra quem não a conhece, a menina tem um curriculum extenso em novelas globais, sempre fazendo papel de menina fofinha e inocente. Talvez você se lembre dela a milhares de anos atrás (bom, na verdade, um 1997, ou 8, que parece ter sido a muito tempo) em outra novela de Manoel Carlos, em que ela era filha do personagem brecão de Paulo José. Ou, essa menininh ai:

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Eis que essa semana, conversando sobre a vida, a morte o universo e tudo o mais com minha vó, no momento da novela, vejo uma mina hipeer gatíssima, sensual dando um pega forte num cara sortudo qualquer E pra minha surpresa, eis que a menininha ali de cima, virou essa aqui:

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Bom, nem vou falar muito não, acho que esse já motivo suficiente pra ligar a tv, apertar a tecla mute e esperar a hora em que essa Cecília ai apareça na tela…

cecilia-dassi-1

Mais um motivo?

ceci dassi

Pra acabar, mais alguns argumentos…olha quanta crítica social…hum…

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(creio que uma dessas seja filha da Vera Fischer…será que ela sem amarra no “amor a natureza” da mãe…boa pergunta né???)

Bom, já fui chauvinista demais nesse post, prometo algo sério daqui a pouco…mulheres, não me odeiem muito ok???rsrsrsrsrsrsrs…

Lucas Bonachovski…com um novo amor platônico…ai Cecilia…

A primeira vez é inesquecível…

Ao som de: sem som algum nesse momento…estou escrevendo no automático, depois de uma conversa horrível pelo telefone…

Dói muito, é desconfortável, mas no fim você sai todo satisfeito…pensou que eu estava falando sobre sexo né, seu mente poluida…que nada manés…eis ai, minha primeira tatuagem!!!

Algumas coisas que você deve saber sobre tatuagem:

1 – Dói

2 – Quando vc achar que a dor está acabando, não se preocupa, irá doer mais ainda.

3 – Quando o tatuador disser “tá quase acabando”, é mentira…

4 – Apesar de tudo isso, é algo tão fantástico que, mesmo um pouco doloroso, vc já pensa em fazer outra, e outra, e outras…

Então, eis ai, minha primeira tatuagem:

DSC01576

Pra quem ainda não sacou, trata-se da Mulher Maravilha, no traço de Darwin Cooke, desenhista do DC: A Nova Fronteira. Esse desenho tem um valor todo especial pra mim: primeiro, foi o da primeira tatuagem; segundo, putz, é uma homenagem óbvia a algo que, nas palavras de uma amiga, é algo que me define em vários aspectos; e por fim, mas não menos importante, foi uma homenagem a um conjunto de mulheres importantes na minha vida, mulheres que sempre batalharam muito, sem perder seus charmes, beleza, ternura…

Creio que seja isso…espero que, brevemente, possa postar minha próxima tatuagem por aqui…

Coisas que lembramos ao acordar

Ao som de: The Raconteurs_You Don’t Understand Me_Consolers Of the Lonely (2008)

Um dia que começou estranho, foi um pequeno desastre e terminou de maneira feliz...

Um dia que começou estranho, foi um pequeno desastre e terminou de maneira feliz...

Coisas que lembramos ao acordar

Marcou um encontro com o sol.

Na verdade, o sol era ‘ela’, mas poucos sabiam desse detalhe.

E ela era linda.

Cabelos pretos, curtinhos, e olhos amendoados. Nunca entendera muito bem o que seriam esses tais olhos amendoados, mas nela ficavam ótimos.

E havia o sorriso.

Que, com todo o perdão do clichê, era radiante. Aquele sorriso era capaz de derreter, como mágica, qualquer tristeza, qualquer angústia que porventura aparecesse em um momento impróprio.

Sol, sorriso, derreter. Novamente, desculpas pela tentativa clichezenta de poesia. Mas todo o encantamento que ele sentia naquele momento, invariavelmente levava-o a pensar através destes termos. Até queria pensar em expressões mais rebuscadass, palavras mais obscuras, doces e misteriosas. No entanto, preferia deixar essa tarefa para algum poeta pálido, tuberculoso e soturno de alguma das fases do romantismo.

Até por que sempre preferiu bermudas aos pesados sobretudos.

Mas o que importa é que no fim daquela tarde, depois do expediente, ela estava lá.

Linda. Vestido verde, que ia até os tornozelos. Os pés em uma sandália levinha, com os braços soltos. Faixa no cabelo, mostrando a nuca.

Entendeu então por que sempre a achou tão…verão.

Conversaram sobre frivolidades. O último cd do Weezer. Discutiram o por que do Jim Carey ser um bom ator, quando não estava fazendo caretas pra tela e que assistir a orquestra sinfônica não era programa de gente chata e blasse, ao contrário.

E se beijaram

E não mais importava o aquecimento gobal, as contas atrasadas, a monografia ou o cara que sempre trazia a cerveja mais quente do bar. Por que naquele momento, ela era a única coisa que importava pra ele.

Perderam a noção do tempo, outro clichê clássico das história de amor. Era a hora em que ela precisava ir embora. Falou sobre um trabalho, do outro lado do mundo. E por incrível que pareça, queria estar com ele, queria mesmo estar com ele.

Ele preferiu dizer não. Teve medo, receio de abrir mão de sua vidinha chata e comum. Teve medo por que sua vida era ter medo. E a deixou ir embora, sem um beijo de despedidas ou um olhar pra trás.

Hoje seus dias se arrastam em tons de cinza. O vento é seco e os quadrinhos não são mais interessantes As empadinhas se tornaram sem graça. O trabalho era maçante.

Vez ou outra tinha um pequeno vislumbre dela. E brevemente o mundo era um pouco mais colorido.

Com o passar do tempo, o cotidiano passou a ser menos doloroso. Até ensaiava alguns sorrisos e gracejos. Enfim, levou a vida como poderia levar.

E aprendeu a se lembrar.

E quando as coisas ameaçavam ficar difíceis, era fácil superar os problemas: bastava se lembrar que, um dia, teve o sol ao seu lado.

Lucas Fernandes…e uma homenagem a alguem importante…

Living la vida Looser…

Tá foda…sem grana, sem tempo…mas com muito ânimo pra fazer QUALQUER coisa que não seja assitir tv na sexta a noite. E eu aqui, escrevendo pro blog…

I’m a Looser, buscando salvação…

Primeiro mandamento: aprenderás a gastar dinheiro em coisas utéis, para que sobre dinheiro pra cerveja de sexta.

Segundo mandamento: saia de casa e vai ver o mundo porra…

Ensinamentos para a salvação de uma alma bohemia que se perdeu no marasmo do cotidiano…

As versões mais zoadas de Star Wars

A great metal band!!!

A great metal band!!!

Tá, não vou me alongar aqui falando sobre como Star Wars se tornou um ícone da cultura nerd pop mundial. Se você nunca parou para assistir a um filme da série, deveria realmente repensar sobre como está levando sua vida nesse plano de existência. E olha que nem sou tãããããão fã assim…um fã de verdade iria querer arrancar seus braços com um sabre de luz.

Enfim. Temos a Força, temos duelos de sabre de luz e batalhas entre naves no espaço (não me pergunte como dava pra ouvir o barulho das explosões no vácuo…)…tem romance, vingança e redenção. George Lucas criou todo um universo mítico em que facilmente se reconhecem os arquétipos mais antigos da humanidade, tal como a saga do héroi, que é presente na cultura de vários povos espalhados pelo mundo. Isso tudo fez com que se construísse uma aura de clássico absoluto em torno dessa saga cinematográfica que é mesmo boa ‘bagarai’.

E além de tudo…temos a presença onipresente e fodástica de um dos melhores vilões de todos os tempos: o mestre, o inenarrável, o prospopédico Darth Vader.

Um exemplo a ser seguido

Um exemplo a ser seguido

Cara, quer sujeito mais delicado que o Vader?general do exercito do império fez merda…sufoca e mata o cara com o poder da Força…Tá lutando com sabre de luz, corta a mão do próprio filho…e depois fala que é o pai. Dude, this is Vader!!!!

E nesse meio tempo, várias foram as versões estranhas e/ou engraçadas e/ou descabidas de nexo que satirizaram essa saga e esse vilão tão querido (vilão querido? Isso devia ser incoerente né?).

Então segue uma listinha básica sobre algumas versões zoadas de Star Wars.

Space Balls ou S.O.S – tem um louco solto no espaço

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Clássico absoluto da sessão da tarde, Space Balls é umas das melhores sátiras aos grandes épicos espaciais já produzidas, por vários motivos: primeiro, tem a mão do midas da comédia dos anos 80, Mel Brooks; segundo, por reunir alguns dos melhores atores de comédia de Holiwood (a saber, John Candy e Rick Moranis, caras que só de olhar dá vontade de rir, além da participação do mestre Mel Brooks); e por fim…tem o poder da “Farsa”, zoação direta a “Força”, poder místico da saga de Star Wars.

O filme mostra a saga de Lone Starr e Barf (Bill Pullman e John Candy), uma dupla de Han Sollo e Chewbacca de araque, que tem que salvar todo o universo e a Princesa Vespa (Daphne Zuniga) das garras do império do mal de Dark Helmet (Rick Moranis). Dando rolê em seu ‘trailer’ espacial, os heróis descobrem que precisam de mais do que poder de fogo para enfrentar o poder de Dark Helmet. Por isso, apelam para o poder da Salsicha (!), ensinado pelo mestre baixote e estranho, Yogurt (paródia óbvia de vo6 sabem quem né…Mestre Yoda, pros desavisados).

Em resumo, vale cada minuto de risadas… e a interpretação de Rick Moranis, com um capacete imenso, que nem ele conseguia segurar direito, torna a série ainda mais engraçada.

Hilário

Hilário

PS: recentemente, começou a ser transmitido nos canais de tv a cabo Sony e Animax o SpaceBalls: a série animada, que é tão engraçado ou mais que o original, zoando sem dó todo o mundo pop atemporal e contemporâneo, como GTA, Matrix e por ai vai.

Family Guy _ episódio especial “Blue Harvest”

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Family Guy é com certeza uma das séries mais controversas já produzidas até hoje. A animação consegue multiplicar o nível de crítica e zoação que os ‘Simpsons’ imprimaram nos caretas anos 90, se utilizando dos maiores absurdos comportamentais para causar risadas…e eles conseguem (ou então eu sou muito doente pra dar risada daquele lance…)

A Familia Griffin, modelo torto de american way of life, passa pela mais bizarras situações em cada episódio, sempre com a participação de personagens de comportamentos questionáveis. No entanto, não se assuste (muito): o desenho vale mesmo uma parada em frente ao sofá, principalmente esse episíodio especial.

Ora desvirtuando totalmente a versão original do primeiro filme da série, ora transcrevendo literalmente os diálogos, Blue Harvest coloca essa família disfuncional em pleno Tatooine, planeta em que conhecemos Luke Skywalker, pra contar a história torta de Star Wars, com um Obi Wan interpretado pelo vizinho velhote e pedófilo dos Griffin, Peter e o cachorro falante (!) Brian como Han e Chewie…e o melhor, o moleque boca suja e anti-social Stewie como o velho Darth Vader. Piadas sujas, preconceituosas e absurdas…tendo Star Wars como fundo…por incrível que pareça (e uma dose razoável de falta de noção de quem estiver assistindo) fazem desse episódio um dos melhores da série, colocando Family Guy um pouco mais perto do status quase mitólogico que os Simpsons conseguiram nessas trocentas temporadas.

Chad Vader_The Day Shift Manager

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Guardando o melhor pro final, eis o inenárravel…Chad Vader!!!

Chad, é o irmão mais novo do conhecido Darth, que ao contrário do irmão, caiu em um vulcão (!) enquanto dava um rolê de bike (!!), por isso ganhou o traje de sobrevivência igual ao do outro famoso. Sem um grande império para controlar, Chad leva a vida trabalhando como gerente de um pequeno mercado americano (!!!), gerenciando o empreendimento com punhos de ferro. Para isso, não teme usar o poder da força para ameaçar funcionários que não trabalham direito, além de outras escabrosidades maléficas dignas de sua contraparte séria, por assim dizer.

Chad Vader usando a "Força" para xavecar a mina co caixa...

Chad Vader usando a "Força" para xavecar a mina co caixa...

A série tem momentos hilários, tal como o convite de jantar feito a balconista, com o intuito de discutir planos para um ‘laser leitor de códigos de barra’ mais potente, ou o duelo de sabre de luz com o gerente noturno, que acaba com Chad escorregando em uma casca de banana e deitado no chão pedindo ajuda para levantar…um dos piores momentos de vergonha alheia da história.

A série foi produzida a principio, para um canal de tv americano, e mesmo sendo cancelada no segundo episódio, os produtores da série deram continuidade aos trabalhos e lançaram o restante da série através do youtube e do myspace. A série deu tão certo que já está na segunda temporada e o primeiro episódio já alcança a marca cabulosíssima de quase 9 milhões de visualições.

Melhor sátira a Star Wars, sem sombra de dúvidas.

Fica ai o primeiro episódio, legendado, pra dar um gostinho da série.

Lembrou de outras zoações com Star Wars?Não se acanhe menino (a)…deixe um comentário ora pois.