Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Lendo livro sobre Vampiros! Não acredito…

Ao som de:  You Think I Ain’t Worth A Dollar But I Feel Like A Millionaire_ A Songs For the Deaf _ Queens of The Stone Age

Se fosse a uns 2, 3 anos atrás, no auge da “saga” Crepúsculo, até eu estranharia a afirmação acima.

Stephenie Meyer, a infame criadora dos vampiros brilhantes e lobisomens/fetiche adolescente, transformou tudo que existiu nas boas histórias de vampiro em um bolo confuso, chato e melodramático para consumo imediato das mentes juvenis.

Até ai, nada de demais.  Em todos o período da minha existência, sempre existiram essas armações caça níqueis para retirar o bom dinheiro e a paciência dos pais dedicados a alegrarem suas filhotas com hormônios em ebulição.

Mas zoar com os vampiros, putz…essa pegou bem mal.

Dos monstros clássicos da literatura/cinema/cultura universal, os vampiros sempre tiveram seu espaço garantido a base do derramamento de sangue, do mistério e da violência. Tudo bem, tivemos a Anne Arroz Rice com aquela “Entrevista (enjoada) com Vampiro”, mas via de regra, os sugadores sempre tiveram seu charme.

E agora? Sobraram somente vampiros brilhantes e existencialistas…vegetarianos (deus, como assim…vampiro que recusa sangue?) e chatos. Porra Edward, manda ver com essa Bella logo e sai dessa seca de sexo de trocentos anos rapaz!

Mas enfim, não é meu objetivo ficar detonando a “Saga” prepúcio Crepúsculo. O objetivo mesmo e falar sobre aquele outro livro sobre Vampiros.  É a “Trilogia da Escuridão”, escrita por Chuck Hogan e o multitarefas Guillermo Del Toro. Continue lendo

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Listas, listas, listas_2009_parte 2_agora, a “minha” lista

Ao som de: A Modern Midnight Conversation_The Chemical Brothers_We are the Night.

Cara, é ingrato fazer uma lista de melhores bandas da década depois do Brasas. O “pequena enciclopédia musical de Caldas Novas” resumiu de maneira fodástica o top ten da década. Mas, nas palavras sábias de algum blogueiro que eu vi por ai, lista é o que existe de mais subjetivo no universo, ou em outras palavras, listas são como os “brioquetes”, cada um tem o seu. Logo, imbuído do espiríto de liberdade de expressão da intensa falta do que fazer, segue minha lista de bandas legais da década que está prestes a acabar. E um brinde ao ano que vem e a proximidade do fim dos tempos.

Os 25 melhores álbuns, da gringa e daqui, por Lucas Bonachovski (ou ié, eu mesmo!!!)

Eis ai, o meliante…se encontrar na rua, não alimente o ego do animal!!!


Bom, a lista era pra ser um top 10, mas por causa da minha terrível incapacidade de eleger somente 10 ótimas bandas boas, resolvi fazer um “top 25 putas bandas boas que ouvi nesses ultimos anos pelo mundo afora”. Bom, ao contrário do caro amigo Braseiro, o único critério que impulsionou minha escolha foi a pergunta: é bom por que? Seja pelo fator “mexa essa bunda gorda dançando” ou “músicas fofinhas pra ouvir enquanto faz sexo”, as bandas da lista tiveram algum impacto no canal auditivo deste humilde jovem que vos fala, logo mereceram entrar nesta lista tãããããão afamada. Claro, com certeza, poderia fazer um top 50 aqui, mas como o espaço é curto, vamos então as minhas bandas preferidas, que não estão em ordem de predileção, diga-se de passagem. Ah, explicação demais…Bora!

Hebron Gate – Groundation (2002)

Cá pra nós…as referências de reggae de qualidade estavam meio caídaças desde que Bob Marley foi tostar um com Jah. A não ser que buscássemos direto na fonte (que também está bem gasta, visto que na Jamaica, o que rola pesado atualmente é uma mistura de reggae com funk e sexo explícito…) nada de muito interessante apareceu por essas bandas. Teve o Matysiahu, com seu reggae judeu roots por um lado, um Natiruts e um Ponto de Equilíbrio de outro, e deus nos ajude, tivemos o mala do Armandinho, literalmente, “armando” uma presenpada que ele chamava de reggae.

Eis que me cai nas mãos esse bendito presente de Selassie. O Groundation foi beber nos primórdios do reggae, do dub…e do Jazz. É isso mesmo meu bom,  vc tá ouvindo aquele baixo presença, e logo, do nada, uma paulada de improvisãção de trompete que te faz querer ser rasta na mesma hora.  Podia ter escolhido outro album dos caras (que são americanos, detalhe), mas Hebron Gate, além de ser um poço de verdadeiras “pedras” moldadas ao som dos metais do Jazz e de influencias do Blues, conta com a participação de dois clássicos da radiolas: Don Carlos, do Black Uhuru e Cedric Myton, do The Congos. Jah, senhor dos senhores, rei dos reis…e o Groundation fazendo jus ao homem!

Songs for the Deaf_Queens of the Stone Age (2002)

Meu bom amigo Brasas que me desculpe, mas fico com o Songs for the Deaf como album mais fodaço do Queens. Rated R é bom, muito bom, mostrou pra que os caras do Queens vieram. O primeiro, homônimo, foi um soco no estomâgo dos que estavam acostumados com o nü metal do período. Mas Songs for the Deaf foi o album que levou o populacho a achar que o Queens of the Stone Age era a salvação do rock. E eles não estavam muito longe disso não.

Mas alguns fatores levaram a ocorrer essa transformação na banda. O principal foi a presença do nice guy do rock’n roll, Dave Grohl, assumindo a bateria e colocando ordem na banda. Por outro lado, temos um Nick Oliveri e um Josh Homme extremamente inspirados, compondo músicas que são verdadeiras porradas, falando de amor, desesperança, solidão, sempre de uma maneira altamente lisérgica.

Sim, música pra viajar, música pra bater cabeça, música pra dirigir a 120 km/h em direção a um abismo gritando “I can go with the flow”, ou olhando pro céu enquanto ele cai em cima de todos nós ou só ouvimos mais uma canção de amor. Intenso, bonito, pesado como um Hoffman 100 anos. Esse é o Songs for the Deaf e o por que do Queens of the Stone Age ser o que ele é hoje (aliás, volta Nick Oliveri, por favor…)

St. Elsewhere – Gnarls Barkley (2006)

Pode um disco que fala sobre morte, necrofilia, zumbis, e o bicho papão (!) ser um dos melhores albuns do ano? Pode, desde que esse album esteja na mão de um sujeito chamado Danger Mouse. O cara é um dos produtores mais inventivos dos Us and A e a outra metade, junto do rapper Cee-lo, do Gnarls Barkley, a coisa mais engraçada, dançante, criativa e loucamente pop dos ultimos tempos.

Com uma sonoridade calcada em milhares de referencias possíveis, do jazz, dance music, funk, soul,  metal… e muita, muita música da Motown, o Gnarls Barkley não apareceu pra mídia, ele explodiu com luzes brilhantes de uma discoteca dos anos 70, carregado pelo hit grudento de 2006: vai dizer que vc não ouviu Crazy 32767383 vezes naquele ano?

Mas engana-se quem acha que o Gnarls Barkley uma one hit band. Pelo contrário, os caras ainda tinham na manga ótimas músicas, pra fazer vó sair dançando na sala. Além disso, as apresentações dos caras são dignas de notas, tal como a do Grammy de 2006, onde a banda tocou Crazy, todos vestidos como personagens de Star Wars. Foda né, nem precisa dizer muita coisa. Dance, apenas…

Rebel Meets Rebel_Rebel Meets Rebel (2006)

Se tem uma vertente do rock que me agrada e o Southern Rock. Fico imaginando como deve ser legal morar no interior dos Estados Unidos, ver aqueles malucos rednecks empunhando suas guitarras e fazendo uma verdadeira bagunça country, com aqueles banjos malucos e tal. Agora, imagine o Pantera tocando com todo o peso e velocidade já típicos, tendo ao vocal uma lenda do outlaw country, David Alan Coe. Ié man, isso é Rebel Meets Rebel.

Pouco antes de empacotarem Dimebag Darrel, o que era pra ser uma participação de David Alan Coe com Phill Anselmo se transformou em um dos mais divertidos albuns daquele ano. Country bagarai, Trashzaço, rápido, pesado…e muito sacana, cheio de referências a jogo, bebidas, tiros, porradaria…e mulheres. A começar pelos gemidos danadinhos de “Nothin to Lose”, faixa que abre o album e que conta com Dimebag zoando David Alan Coe em uma partida de 21. Rebel meets Rebel, faixa que leva o nome do album, é country, com direito a violinos e um baixo endemoniado de Rex Brown e o já citado Darrel, sempre genial na guitarra. Além disso, o vocalista de mil faces Phill Anselmo dá as caras em um dueto com Alan Coe. Coisa finíssima, pra ouvir bebendo um whisky barato em brigar em bares na beira da estrada.

Toda vez que eu dou um passo, o mundo sai do lugar – Siba e a Fuloresta (2007)


Porra, anota isso ai: Pernambuco ainda é um dos maiores polos de produção musical de qualidade dessa nossa Brasilândia. Tivemos a maior revolução musical no Brasil dos ultimos tempos nascendo lá, com o manguebit da Nação Zumbi, Mundo LIvre S.A e por ai vai. E foi de uma das bandas surgidas nessa embolada de referencias pernambucanas, o Mestre Ambrósio, que nasceu a semente para esse projeto. Siba Veloso, um dos mais inventivos musicos na ativa no Brasil, saiu de São Paulo para a pequena Nazaré da Mata, pra se juntar com músicos regionais e criar essa benditan dessa Fuloresta. Voltado para as referencias regionais de Pernambuco, das lendas a musicalidade do coco, do frevo, da ciranda e por ai vai, mestre Siba monta um conjunto de histórias fantásticas, voltada para a simplicidade da música do povo sofrido, mas que encanta os ouvidos. Vale ouvir demais a faixa que dá nome ao albúm, uma verdadeira farra de metais  sobre a velocidade dos tempos modernos e, pros amantes de futebol e sofredores na segunda divisão, “Meu time”, o desabafo de um sofredor fanático justificando as falhas do seu time. Sensacional, simples e divertido…deve ter alguma coisa na água de Pernambuco, só pode…

Aha Shake Heartbreak – Kings of Leon (2004/2005)


E lá vamos nós de novo, voltar a parte mais caipira dos Estadis Unidis do Obamão. Agora, direto de Nashville pro mundo, três irmãos e um primo que começaram de maneira despretensiosa a tocar, influenciados com pelo pelo Led Zeppelin e pelo Lynyrd Skynyrd, agora começavam um plano de dominação mundial

O primeiro album dos caras já mostrava um lance totalmente novo. Uma sonoridade caipirona, mas “pra frente”, como diria minha vózinha, intercalada por baladas acústicas simples, fizeram o mundo inteiro se perguntar: “que porra é essa?”. E com Aha Shake Heartbreak os caras chutaram o balde, e mostraram que a salvação do rock não estava só em Nova York, nas mãos dos engomadinhos do Strokes. “King of Rodeo”, com um riff simplesão, uma linda de baixo simplesona e uma bateria…simples demais, aliado ao vocal afetado, mas fantástico de Caleb Followill, se transformou num hit instantâneo logo que eu a conheci. “Pistol of Fire” dá vontade de calçar as botinas e dançar batendo os pés no chão, enquanto “Day Old Blues” pede uma rede, um violão e um daquele do bom pra viajar vendo o Mississipi correr no por ai. The Bucket é tão alegre que chega a ser desconcertante. Bom, não dá pra falar muito, só ouvindo mesmo. E ai entendemos como esses irmãos e primo que queria tocar só pra arranjar umas groupies e tomar umas cervejas fáceis se tornaram os queridinhos do Bono, e dai pra frente, do mundo.

Wolfmother – Wolfmother (2006)


Fuck yé man, ainda bem que minha escolha randômica na lista das 25 chegou aqui. O Wolfmother, na minha singela opinião, é uma das poucas bandas que conseguiram de maneira perfeita mostrar que dá pra fazer rock simples e sem frescura, a moda dos antigos. Transcrevo aqui, com todo o perdão, um trecho que havia escrito anteriormente sobre a banda:

“A sonoridade da banda continua parecendo um choque entre uma camionete carregando o Led Zeppelin e um Maverick 68 com os integrantes do Black Sabbath, ao mesmo tempo em que o avião do Lynyrd Skynyrd cai por cima de tudo e os caras do ZZ Top veem a explosão em suas motos. Sonoridade sessentista, mas sem parecer anacrônica em momento algum.”

Andrew Stockdale, um dos sujeitos por trás do Wolfmother (aliado, nesse primeiro album a Chris Ross, baixo e teclados e sintetizadores, e Myles Heskett, bateria e percursão) parece ser um sujeito que caiu diretamente dos anos 60 nos dias de hoje, trazendo o que de melhor podia haver na música daquels bons anos. Um baixo do Butler? Tem. Riffs a Page? Tem também. Um vocalista que emula Robert Plant e as vezes soa como Geddy Lee? Teeeeeeeem. Aliado as temáticas das músicas (mulheres, unicórnios, gnomos e bruxas) o Wolfmother inventou o que eu considero um clássico dessa década, tocado a antiga (até os instrumentos e a gravação foram feitas como nos anos 60) mas pra mostrar pra NX Zero, Cine ou qualquer dessas porcarias enlatadas que ainda dá pra fazer música de verdade. Um salve dos novos para os antigos, e para com esse papo e me traz mais uma cerveja. Ah, não recomendei nenhuma música específica por que o album inteiro é bom, mas pra ajudar, de um youtube ai, e ouça “Colossal”, “Woman “e “Joker and the Thief”. Deve ser suficiente pra te convencer.

Super Taranta – Gogol Bordello (2007)


Eles são de todos os cantos do mundo, criaram a porra de um Punk Cigano, ou Folk Gipsy, são teatrais pra caramba, tem o visual mais legal de banda dessa década (vide o bigode e a faixa na cabeça do vocalista/ator principal, Eugene Hütz) e fazem bagunça…muita bagunça. Não dá pra falar muito, só ouvindo mesmo…

Ié dude, ISSO é Gogol Bordello, o único som no mundo que me dá vontade de tomar 3 litros de vodka e dançar sem camisa em algum festival no leste europeu.

Feels Like Home – Norah Jones (2004)

Agora, preciso pedir licença pra falar algo bem pessoal. Sim, sou apaixonado pela Norah Jones. Demais. Paixão platônica nível 10. Mas tem como não se apaixonar por ela?

E acredito que Feels Like Home foi composto com o único intúito de me fazer cair apaixonado. A voz suave, os arranjos fofinhos, a animação contida, tudo isso me faz cair de amores pela moça. Mas na época que mais ouvi esse album, estava entregue pra outra pessoa…é, música é foda, faz lembrar de cada coisa.

Cada música desse album é um pedaço de uma história apaixonada. Cada letra e interpretação de Norah Jones invoca um sentimento de bem estar que poucas músicas conseguem fazer. Saindo um pouco da linha “pequena diva do jazz” e viajando um pouco pelo country e pelo folk e por uma malandragem bem Nova York, minha pequena Norah criou um pequeno conjunto de pérolas. “Those swet words” e “What am i to you” são as fofissímas apaixonadas, que se seguem de uma “In the morning” malandra e de uma country feliz “Creepin’ In”.

E laiá, como é bom estar apaixonado…

Life Is A Big Holiday For Us – Black drawing Chalks (2009)

Tá bom, os caras arrebentaram em 2009. Melhor clipe, com “My favorite Way”, ok! Uma das melhores apresentações do Porão do Rock desse ano, ok!! Lançamento com melhores singles, hits certos em qualquer playlist de alguem de respeito, ok!!!

O Black Drawing Chalks foi a grata surpresa desse ano de 2009, e que voltou todas as atenções pra cena rocker de Goiânia, que deixou de ser uma grande fazenda esfaltada, berço das piores duplas sertanejas. O lance todo é: muita gente já sabia disso, só precisava alguem pra mostrar.

E o BDC fez isso com maestria. O primeiro album já era bom, mas com “Life Is A Big Holiday For Us” , esses senhores foram covardes. Listado entre os melhores albuns do ano em 11 a cada 10 listas de críticos musicais, o album fez com que a banda caísse nas graças da onipresente MTV, colocasse a banda no Multishow, e com que explodisse o número de download do album. Mas o que os caras tem de tão bom, fica a pergunta.

Primeiro, o BDC colocou o Brasil na fita do Stoner mundial. Músicas rápidas, viajantes, pesadas, divertidas. O show nem se fala. A cada música tocada, uma resposta em uníssono da platéia, inclusive esse jovem senhor que vos fala. Fiquei fã, de comprar camiseta nas mãos dos caras.

Além disso, os caras merecem o prêmio simpatia do ano. Porra, todo show que fui, acabei encontrando algum dos integrantes da banda e trocando uma rápida idéia…e eles são receptivos ainda.

Mas e as músicas. Porra, “My favorite Way” tem um dos melhores riffs desse ano, sem sombra de dúvidas. “My Radio” levanta defunto pra entrar em slam, “Don’t take my beer” é meu hino de bebaço desse ano e “I’m beast, i’m a gun” com certeza me fez lembrar os meus melhores momentos de Orange Goblin ou Alabama Thuderpussy.

Hoje, sem sombra de dúvidas os caras já são mais que um simples “Queens of the stone Age nacional”. Vida longa ao Black Drawing Chalks, e mais apresentações em Brasília, por favor.

Por enquanto é isso ai. Logo chego com a segunda parte da lista. No mais, feliz 201o “procês”, alegria e muita música na sua virada (ui…)

Lucas Bonachovski, desesperado, por ter que listar tantas boas surgidas nesses ultimos dez anos…foda…

Comentários hiper rápidos sobre diversões passageiras…

Ao som de: Botafogo X Palmeiras, na CBN, quase passando mal do coração, torcendo pra não caírmos…

Minha inspiração para esse post

Depois de ouvir um comentário do lendário Vilson, sobre eu escrever demais, resolvi escrever um post muito breve sobre vários assuntos aleatórios dessa semana. Então, sem mais delongas, vamos lá:

Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Pouca coisa se salva de interessante nesse filme do Harry Potter. A Emma Watson é uma delas, mas nem é tanta coisa assim...

Chato. O filme todo serve como uma desnecessária introdução para os dois (!) últimos filmes (uma manobra safadinha dos produtores para ganhar mais dinheiro com os fãs do Bruxo); lento, sem graça. Mas a Emma Watson tá ficando cada dia mais bonitinha como Hermione; o climão sombrio dos ultimos filmes, tem deixado essa história mais interessante,mas mesmo assim, não me pilhou pra ler os livros. Vejamos os próximos.

Transformers 2: Revenge of The Fallen.

Tá, você queria MESMO ver os robozões gigantes, tendo a Megan Fox como principal atração desse novo filme?

O filme mais power action de 2009, sem sombra de dúvidas. Explosão, explosão, explosão, piadinha boba, explosão, porrada, porrada, piadinha, um pouco de roteiro, explosão, explosão, explosão, Optimus Prime falando pra todos os robozões do mundo. O filme inteiro é isso; mas é divertido, nada que vai mudar o mundo, mas divertido. (ah, e tem a Megan Fox, vestida em roupas de coura, shortinhos, decotes e correndo em câmera lenta…)

Wolverine vs. Hulk_Marvel Milenium

Tá mandei um Spoiler...me processe agora...

Cara, se vc achava que o Wolverine não podia ser quebrado ao meio, repense. Damon Lindelof coloca polêmica e humor, nessa já clássica releitura do encontro do Carcaju com o Verdão (não, não é o Palmeiras). Os roteiros desses caras do “Lost” são no mínimo, inovadores. Vale a pena, ainda mais pelo ótimo traço de Leinil Francis Yu. Vale a pena gastar dinheiro nessa série, em três edições.

Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino.

Quentin fucking Tarantino e os malucos dos Bastardos Inglórios.

Clássico, clássico desde já. Tarantino criou uma nova obra prima tarantinesca ao mostrar a sua versão da vingança dos Judeus contra os Nazistas. Diálogos tensos, muita cinefilia, muita violência, mas nunca gratuíta. Sem outras palavras: um clássico. (pensando bem, acho que esse aqui merece um texto mais completo…breve)

Ufa, acho que é isso. Descobri que é foda deixar de ser verborrágico.

Lucas Bonachovski…sucinto…só…

Os Buchas…ou, rindo de minha própria existência.

Ao som de: Today is a good day to die_Louder Than Hell_Manowar (cara, Manowar é foda demais…dá vontade colocar uma calça de couro, e sair de moto…e brigar em bares…pena que uma calça de couro ficaria péssima em mim…fuck)

porra, fazendo propaganda pra OI, de graça...mas vale a pena...

Situação:  naquela festa, no auge do estado alcoólico alterado, você saca aquela garota fantástica olhando, fixamente e com todo o interesse do mundo, pro seu melhor amigo. No fundo, você até não quer acreditar que isso esteja acontecendo. Afinal, por que ela não está olhando pra VOCÊ? Mas devido a ética entre amigos em baladas (que nem sempre é seguida a risca…) você dá um toque no seu velho camarada. Eis que vem aquela resposta com sabor de soco no estomâgo:

– Porra, ela não tá olhando pra mim. Deve ser pra qualquer um nessa região da festa. Para com isso velho.

What’ a fuck. Seu amigo é um bucha!

Bucha,  ao que me parece, uma gíria carioca já incorporada aos meus poucos vocábulos quer dizer sujeito com pouco trato com o sexo oposto. Nem sempre somente o seu amigo que não pega ninguem é um bucha. Até o maior dos pegadores tem seu momento loser. Logo, todos possuem um pouco desse elemento buchístico em si.

E é sobre esse tema que trata minha mais nova série para internet preferida: OS BUCHAS.

Os Buchas conta a história de Beni(Gregório Duvivier…muito engraçado), um sujeito de bom coração, mas que possue um pequeno problema: ele simplesmente não dá uma dentro com as mulheres a sua volta, seja socialmente ou sexualmente falando. Por mais que se esforce, Beni não consegue conquistar aquele tipo de mulher que parece que vive do outro lado da lua, e quando conquista…bem, nem sempre as intenções dessas mulheres são as melhores.

Ou seja, Beni é o protótipo de bom moço. Mas como todos sabem, no fim, o bonzinho só se fode.

Mas não é só Beni que compõe esse time de losers de bom coração. Seus principais amigos são Maia( Silvio Guindane) e Beto(Rafael Studart). O primeiro, um pegador nato, mas que no fim sempre acaba mal por fazer/falar demais. Já Beto é o amigo casado de Beni, aliás casado com a linda Júlia (Tatiana Muniz), que ora inveja, ora se diverte com a liberdade e as desventuras da solteirice dos amigos. Por fim, temos ainda Nando (Marc Franken) meio-irmão paulista de Beni, que idolatra o irmão mais velho, imaginando que ele seja o mestre carioca da azaração.

Mas o melhor, é que todos são buchas a sua maneira. Beni, o bucha em essência, parece nunca acertar nas escolhas das mulheres. E quando você acha que ele irá deslanchar, eis que a merda acontece. Maia ( Silvio Guindane), o pegador, sofre quando a mulher pelo qual ele se apaixona nçao atende as ligações. E Beto, na minha opinião um dos personagens mais engraçados, é a imagem da inseguraça em forma de um homem em um relacionamento (o episódio do menage a trois é um dos melhores).

Buchas in action!!!

Mas o melhor são as referencias nerd/pop da série. Do Homem Aranha dando conselhos a Beni durante uma festa, ao José Augusto (yeah baby, o rei das trilhas de novela…) como participação especial, tudo traz referencias imediatas aos seres humanos que sobreviveram aos inexpressivos anos 90.

E por fim, o melhor da série. O motivo pelo qual ela é tão cativante.

TODOS SOMOS UM POUCO BUCHA. Tá, nem sempre claro. Mas com certeza você, meu senhor ou minha senhora, já perdeu tempo, inseguro, pensando se vai dar conta do recado com aquela garota linda…ou se deve ou não ligar pra ela/ele no dia anterior. Coisas comuns, mas extremamente engraçadas quando vistas sob outra perspectiva.

Enfim, fica ai a dica. E assuma esse seu lado Bucha de ser meu amigo e minha amiga. E seja felizzzzz…

Lucas Bonachovski…bucha, pero no mucho…

Bomb News: caracas, tão passando Borat na Globo…

Ao som de: Cry me a River_Pride and Glory_Pride and Glory (1994)

…e cortando algumas piadas, mas no mais, quase intacto…

cuar01_borat0612

I want a sex time with you...Pamela

Loucura não???

Blog Day 2009!!!

Ao som de: Hoje, amanhã e depois_Nação Zumbi_Futura (2007, eu acho…depois confirmo)

Tá...não achei uma imagem legal sobre o evento desse ano...mas tá valendo ne...a msg é legal!

Tá...não achei uma imagem legal sobre o evento desse ano...mas tá valendo ne...a msg é legal!

Sendo o nosso Bonacho Experience um jovenzinho nessa blogosfera selvagem, estamos nós aqui participando do Blog Day!!!

Pros desavisados (como eu) o blog day é comemorado nesse 31 de agosto do bom jezuiz. De acordo com o site oficial do evento, o ‘ “BlogDay foi criado na convicção de que os bloggers deverão ter um dia dedicado ao conhecimento de novos blogs, de outros países ou áreas de interesse. Nesse dia os bloggers recomendarão novos blogs aos seus visitantes.’

Então, seguindo as instruções do Blog Day, ai vão as indicações do Bonachovski pro6 meu povo!!!

Warpzona

Zona confiabilíssima de informações video-gamezisticas, o Warpzona e capitenado pela mente insana conhecida por Ryunoken. Pra um mané sem ps3, ainda é minha fonte de referências pra não me perder nesse mundo dos lançamentos do video-game.

Screamyell

Na verdade, um portal com indicações para vários blogs que fazem parte desse projeto, o screamyell é pra mim a melhor fonte de informações sobre cinema, música de qualidade, quadrinhos o universo e tudo o mais.

Vício Auditivo

Tá, eu baixo mp3, vc baixa mp3, o Metallica baixa mp3…o MUNDO baixa mp3. O vício auditivo é só um dos melhores lugares de indicação de novas e clássicas ótimas bandas. Obrigado pelo serviço prestado.

Action & Comics

O Action & Comics, em relação a quadrinhos, consegue ser melhor que o O OMELETE. Por que? Por que além de resenhas críticas muito boas, dá pra baixar os melhores lançamentos, permitindo que nós, probres brasileiros, possamos acompanhar praticamente ao mesmo tempo o que os leitores gringos estão lendo no lançamanentos.

Sim, sou um danadinho e baixo quadrinhos!

A Vitrola da Beths

Quando dá na telha de largar mão de ouvir taaaaaaaaanta música barulhenta, venho a esse blog e procuro alguma indicação da Beth.

Ficam ai as indicações. Aproveitem!!!

Por uns dias, fora do ar…

Porra, por causa de um virus altamente virótico (quem manda usar drives externos sem proteção), ficaremos um tempinho fora do ar.

Logo que Brunitão, o sagaz,  me entregar minha maquina formatada (gostaria que fosso tunada tbm, pena não ter grana), voltaremos com força total…ou seja, dois posts por dia, ao invés de um…

Abraços a todos os 5 que visitam essa joça…

PS: como não poderia ficar fora sem deixar algo pra vo6, fica esse vídeo meio antigo, mas mesmo assim muito engraçado, sobre os perigos de levar seu filho ao dentista…

Eis então, David after dentist!!!

E a versão Junkie…David after Drugs…kkkkkkkkkkkkkkkkkkk