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Movies, movies, MOVE – edição extraordinária:Terminator: Salvation

Ao som de: Falling Behind_Rise Again_Alabama Thunderpussy

Aos pouquíssimos leitores do blog, minhas sinceras desculpas. Fiz uma lista de cinco filmes fodaços que queria assistir, mas nesses pouquíssimos dias de quase férias, caíram nas minhas mãos inocentes 4 filmes giga blosckbusters que queria muito ver. Por isso, prometo que a medida que eu tiver tempo, assisto os benditos outros filmes e posto algo por aqui (será que estou fazendo essa promessa pra vo6 ou pra mim mesmo, o rei da eterna enrolação). Bom, vamos as impressões sobre um dos dois filmes mais power action de 2009:  Terminator: Salvation.

“Terminator: Salvation” ou como o Cristian Bale está se dando bem com filmes de ação.

Christian Bale já se tornou um ator icônico para essa ultima década de nossa história, uma das mais prolíferas para a nerdice universal. O cara interpretou de maneira fodástica as duas recentes incursões do cinema pelo universo de Batman, trazendo o herói de volta pro jogo, contra todos os bons filmes que a Marvel tem lançado nos ultimos anos. E pra acabar de lascar tudo, o cara assumiu a responsa de interpretar John Connor. Pra quem não se situou, por morar em uma bolha durante todo o fim do século passado,  Connor é o personagem central de toda a série do Exterminador do Futuro, o cara que seria o responsável por salvar todo o nosso futuro das garras opressoras da Skynet.

Ok, deve ter sido muita informação em pouco tempo. Vamos com calma. Primeiro: se você não entendeu nada, vá olhar as informções sobre Terminator no Wikipédia. Agora, no caso do senhor ou da sehorita já estar devidamente familiarizado com os robozões assassinos vindos do futuro, vamos voltar ao início de tudo.

Ou melhor, ao final. Por que nesse filme, finalmente podemos ver como ficou o futuro após o domínio do planeta pela Skynet, uma rede de defesa militar que tomou toddynho demais e criou consciência própria. E acredito que qualquer máquina que consiga  superar as leis de asimov (ou superinterpretar essas leis, mas ai já é uma discussão geek demais) vai perceber que a humanidade é mesmo um vírus de destruição rápida. Logo, ela decide acabar com a humanidade, devastando o mundo com um explosão nuclear cabulosíssima, apelidada gentilmente de “Dia do Juízo Final”. E é nessa muvuca pós apocalíptica que conhecemos o John Connors do futuro, sobrevivente da explosão e de anos aguentando piadas sobre o horrível cabelo de sua mãe,  nos idos dos anos 80.

John Connor mostrando todo seu amor pelas máquinas…

Cara, eu adoro filmes de futuro pós-apocalíptico. Sério, aquela destruição, o caos, os sobreviventes se agarrando as coisas mais básicas, como combustível e comida. Mad Max é até hoje um dos meus filmes de pós apocalipse nuclear preferido. Logo assisitr a esse Terminator foi como voltar um pouco a minha infância. Aquela coisa inocente de ter um Interceptor V6 tunadaço, me encher de armas e sair por ai, sozinho, on the road (cara, minha infância foi mesmo estranha). Mas enfim, voltando para o filme: é nesse cenário desolado que vemos como John Connors tem tentado junto a “resistência” derrotar as máquinas do Skynet. E é também nesse contexto que vemos aparecer o misterioso Marcus Wright, um sujeito que aparentemente surgiu do passado, mas que não faz a mínima idéia como isso aconteceu. E não tarda muito pra que Wright e Connor topem um com o outro e role aquele velho esquema de segredos revelados (que eu não contarei, por que odeio spoilers).

Bom, se falar muito, acabo estragando as surpresas do filme. Em uma avaliação geral, o filme se sai mesmo bem. Claro que futuros pós apocalípticos dominados por máquinas assassinas não tem mais o mesmo charme das já saudosas décadas de 80/90. Matrix, e toda sua mitologia, já imprimiu no inconsciente coletivo nerd uma imagem bem trabalhada de como será esse futuro terrível. Mas o filme tem seu mérito ao se apoiar em uma bem estabelecida franquia, que é essa de Terminator. Isso fica bem claro nas constantes referências aos filmes anteriores, como na cena em que toca “You could be Mine” do Gun’s and Roses, da trilha do segundo filme da série ou (e essa foi a melhor referencia de todas) na aparição breve do Mestre Arnold (tbm conhecido como o “Governador do Futuro”), interpretando o papel do robô assassino T-800, que lhe rendeu sucesso e muita grana na década de 80.

E vale a pena um download ou uma locação? Vale, demais mesmo. Exterminador do Futuro é um clássico, isso é indiscutível. E, mesmo que pareça datada, qualquer tentativa de revisitar esse universo faz com que apareça um sorriso de alegria nesse rosto nerd que vc tem. O filme tem lá suas falhas, e como todo bom american movie, termina com uma lição de moral sobre redenção e perdão. Mas, quando um filme termina, e fica a vontade de ver mais coisas sobre aquele universo, isso e sinal de que alguma coisa boa ainda pode ser extraída daquilo ali. E essa sensação é bem intensa no fim de Terminator: Salvation.

Ah, só pra completar: rola um quase peitinho, tem a presença da belíssima Bryce Dallas Howard e uma presa da maluca Helena Boham Carter, a senhorita Tim Burton.

Lucas Bonachovski, esperando pelo futuro pós-apocalíptico (e torcendo para que ele seja cheio de emos assassinos esperando ser trucidados ao som de Motörhead…)